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  <title>&apos;gestão de conflito&apos;</title>
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  <pubDate>Thu, 15 Nov 2012 19:21:32 GMT</pubDate>
  <title>Gestão de conflito - Inês Silva e Ana Gomes</title>
  <author>isca3534</author>  <link>http://gcoa-online.blogs.ua.sapo.pt/17538.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Olá!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Achámos importante partilhar com vocês uma situação de gestão de conflitos que sucedeu esta semana. A estratégia da educadora pareceu-nos muito interessante e eficaz, no entanto se fossemos nós a resolver a situação, devido à nossa inexperiência, poderiam surgir muitas dificuldades.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Estava a decorrer uma atividade de grande grupo quando um dos meninos chamou a uma colega &amp;ldquo;cabeça de porco&amp;rdquo;. Nesse momento os adultos da sala não se aperceberam do sucedido, só se deram conta quando a menina a quem foi dirigido o comentário começou a chorar. Quando questionada acerca do motivo pelo qual estava a chorar, a criança respondeu &lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;-&amp;ldquo;Ele chamou-me cabeça de porco&amp;rdquo;. Primeiramente a educadora focou a sua atenção na menina, perguntando-lhe se ela achava que tinha cabeça de porco, ao qual a menina respondeu negativamente. Desta forma a educadora conseguiu que a criança parasse de chorar e percebesse que aquelas palavras não tinham fundamento. Com o ambiente mais calmo, focou a sua atenção no menino que ofendeu, dizendo&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&amp;ndash;&amp;ldquo;achas mesmo que ela tem cara de porco?, sabes o que é uma cara de porco? Ela tem orelhas e focinho de porco?&amp;rdquo; às quais ele respondeu sempre negativamente. Posto isto, a educadora decidiu alargar estas questões ao grupo, recorrendo à capa do livro &amp;ldquo;Os três porquinhos&amp;rdquo;, passando-o por todos. No final colocou a questão &amp;ldquo;o que acham? A cara dela (menina) é parecida com a cara dos porquinhos desta história?&amp;rdquo; e todos responderam que não. De forma prática e adequada às crianças, a educadora proporcionou um momento de reflexão fundamental para a desconstrução da afirmação do menino, demonstrando a incoerência de tal atitude.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Já vos aconteceu algo semelhante que queiram partilhar? Ou têm outra sugestão para a resolução do conflito.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Beijinhos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Calibri&quot;&gt;Inês e Ana&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
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