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  <title>definição do conceito</title>
  <lastBuildDate>Mon, 29 Oct 2012 16:48:05 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Mon, 29 Oct 2012 16:48:05 GMT</pubDate>
  <title>Refletindo sobre a Definição de Comunidades Virtuais de Aprendizagem</title>
  <author>dominique-carocho</author>  <link>http://gcoa-online.blogs.ua.sapo.pt/12532.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;             &lt;span style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif; &quot;&gt;Refletindo acerca das leituras e pesquisas feitas sobre o tema: &amp;ldquo;Definição de comunidades de aprendizagem &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;&amp;rdquo;, notámos que existem diferentes entendimentos sobre o que significa a expressão &amp;ldquo;Comunidade Virtual de Aprendizagem&amp;rdquo;. Conscientes disto, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif; &quot;&gt;podemos definir o conceito de comunidade de aprendizagem quando os membros que partilham o espaço virtual nomeadamente determinado endereço, partilham os seus conhecimentos contribuindo assim para o desenvolvimento de aprendizagens comuns de forma a alcançar os mesmos objetivos. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif; &quot;&gt;Como refere Costa (2012) &amp;ldquo;Ao contrário do que acontece numa sala de aula tradicional, em que o professor e alunos se encontram num mesmo espaço físico, um ambiente &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;, é caraterizado justamente pela não-presença física dos seus intervenientes, mantendo-se, no entanto, os restantes elementos do currículo que normalmente caraterizam as situações estruturadas de ensino e aprendizagem.&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;             É cada vez mais frequente a utilização da palavra &amp;ldquo;comunidade&amp;rdquo; associada a outras palavras ou expressões, algumas já de utilização frequente e outras menos conhecidas: comunidades de aprendizagem, comunidade virtual de aprendizagem, comunidade de prática, comunidades deslocalizadas, comunidades de interesse, comunidades online, comunidades de investigação, comunidades em rede, cibercomunidades, etc. Apesar de haver uma grande diversidade de expressões, e independentemente de qual se utiliza, o que está em causa é a possibilidade das redes criarem espaços de interação e trabalho entre as pessoas. Uma das grandes tendências de hoje é a sua utilização em contextos educativos e de formação (sendo este o nosso caso, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Comunidades de Aprendizagem online). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Tornou-se importante para nós refletir também um pouco acerca do aparecimento deste conceito. Posto isto, vimos que o conceito de comunidade foi-se desenvolvendo nos últimos 10 a 15 anos, como consequência do reconhecimento das necessidades de inovação educativa e da tomada de consciência das limitações da educação formal e escolar perante os desafios da sociedade atual, particularmente da necessidade de formação permanente. A expressão comunidade virtual foi popularizada por Rheigold em 1994, referindo-se ao desenvolvimento de novas entidades em rede, uma nova classe de lugar ciberespacial possibilitado pela Internet. No contexto atual a expressão comunidade virtual tem sido utilizada para caracterizar novas formas de interação, estruturação e organização através de redes de comunicação. Pode funcionar como uma metáfora que dá certo sentido a um grupo de pessoas que interage via rede eletrónica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Nota: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Achamos que esta definição é suficiente clara para quem não vai ter oportunidade de ler os mesmos artigos sobre este assunto que nós lemos. No entanto, se alguém tiver alguma dúvida poderá colocar-nos que nós tentaremos responder. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Bibliografia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;COSTA, F. (2012). &amp;ldquo;Comunidades virtuais de aprendizagem: traços, perspetivas de estudo e desafios às instituições educativas.&amp;rdquo; Perspetiva, Florianópolis, v.30, n.1, pg. 59-75.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: 150%; &quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;&quot;&gt;Ana Fernandes e Dominique Carocho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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