<?xml version='1.0' encoding='utf-8' ?>

<rss version='2.0' xmlns:lj='http://www.livejournal.org/rss/lj/1.0/'>
<channel>
  <title>phd</title>
  <lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2015 23:03:46 GMT</lastBuildDate>
  <generator>LiveJournal / SAPO Campus Blogs</generator>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://fpais.blogs.ua.sapo.pt/9111.html</guid>
  <pubDate>Thu, 23 Apr 2015 23:03:46 GMT</pubDate>
  <title>#23 e #24- Modelos (ou ausência deles)</title>
  <author>fpais</author>  <link>http://fpais.blogs.ua.sapo.pt/9111.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;          &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Primeiro é preciso tempo. Depois é preciso que a vontade e a inspiração apareçam. Hoje tive tempo e a inspiração resultou numa sesta...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Mesmo assim já comecei a organizar o tratamento das entrevistas e comecei a procurar modelos de análise do papel das lideranças no processo de apropriação de uma tecnologia &amp;ndash; isto antes de pensar em avançar a partir do zero. E ainda não encontrei nada... Achei interessante o modelo de apropriação de tecnologia de &lt;a href=&quot;http://(http://www.helsinki.fi/cradle/documents/Engestrom%20Publ/Chapter%20for%20Malloch%20book.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Engeström&lt;/a&gt;, mas é quase ausente de referencias a liderança...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;a href=&quot;http://fotos.ua.sapo.pt/TIQlQ97jzBSZZ6Dj7sAB&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://fotos.ua.sapo.pt/TIQlQ97jzBSZZ6Dj7sAB/s320x240&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;189&quot; border=&quot;0&quot; style=&quot;border-color:black;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;É verdade, a estrutura do resumo alargado para submeter à PLEConf 2015 está alinhavada... Mas só.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Amanhã (certamente) haverá mais...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  </description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://maresta.blogs.ua.sapo.pt/21193.html</guid>
  <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 09:55:33 GMT</pubDate>
  <title>sobre identidade</title>
  <author>m-aresta</author>  <link>http://maresta.blogs.ua.sapo.pt/21193.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Um dos pontos-chave dos meus trabalhos de doutoramento é a definição de um modelo que me permita a análise da presença online/identidade online dos indivíduos - uma coisa que não tinha previsto (modelos de análise há-os para todos os gostos e finalidades) mas que, aos poucos, se foi tornando mesmo importante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo a minha amostra uma amostra por conveniência - alunos do MCMM, de duas turmas/anos diferentes - o modelo terá, com toda a certeza, algumas limitações... mas vamos indo e vamos vendo :). Para já, e depois de analisar os dados recolhidos pelas entrevistas, tenho percebido que:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- na rede, existem dois grandes tipos de &amp;quot;identidade&amp;quot;: as que se orientam pelo contexto, e as que se orientam pelo utilizador;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- é possível identificar alguns padrões ao nível da construção da identidade;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- existe, efetivamente, uma consciência relativamente à exposição e visibilidade dos conteúdos publicados e às implicações que estes têm na construção de uma reputação &amp;quot;digital&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer se opte por uma representação mais orientada para o contexto - filtrando conteúdos de acordo com a plataforma utilizada, gerindo os contactos, adotando (ou não) medidas mais apertadas ao nível da privacidade e da gestão da identidade digital - ou para o utilizador - publicando conteúdos independentemente do espaço -, os indivíduos estão, efetivamente, a construir na rede uma presença que reflete os seus interesses, experiências, e que poderá ter - ainda que não o percebam - um grande impacte no seu futuro enquanto alunos, investigadores, profissionais. Estão, na rede, a construir uma identidade que reflete o seu percurso enquanto apredentes e indivíduos, o que torna - na minha opinião - a temática da identidade online uma temática de grande interesse e pertinência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, na rede, fala-se da Internet segura, da proteção das crianças e jovens, da privacidade e da segurança. Pontos importantes, certo. Os alicerces, diria até, para o que poderá ser um dia uma reflexão sobre coisas mais complexas, quando o &amp;quot;real&amp;quot; e o &amp;quot;digital&amp;quot; já não duas dimensões distintas mas uma única forma de estar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gostava de poder discutir estes assuntos - da privacidade, da reputação, do contexto - com mais pessoas. Alguém está interessado em partilhar um chá (com ou sem biscoitos) ao final do dia, enquanto conversamos sobre estas coisas? :)&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://martapinto.blogs.ua.sapo.pt/2866.html</guid>
  <pubDate>Thu, 24 Feb 2011 02:49:15 GMT</pubDate>
  <title>Good feelings</title>
  <author>martapinto</author>  <link>http://martapinto.blogs.ua.sapo.pt/2866.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Neste momento sinto-me como na animação, a caminhar bem no percurso deste doutoramento (vou registar o momento para recordar nos momentos de stress).&lt;/p&gt;
&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;
    &lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/NNJureMTeZA&amp;amp;hd=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;
    &lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/NNJureMTeZA&amp;amp;hd=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;   allowScriptAccess=&quot;never&quot;&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;/object&gt;
    &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51);&quot;&gt;At this moment, about my PhD walk, I feel like in this animation (I&apos;ll register the moment to return to in moments of stress).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://napraia.blogs.ua.sapo.pt/86932.html</guid>
  <pubDate>Wed, 24 Sep 2008 21:42:00 GMT</pubDate>
  <title>SAPO Campus / Portal Universitário 2.0 - Introdução</title>
  <author>carlossantos</author>  <link>http://napraia.blogs.ua.sapo.pt/86932.html</link>
  <description>Este é o primeiro post público sobre o projecto SAPO Campus que, enquanto conceito de investigação, começou por chamar-se Portal Universitário 2.0. Este é um projecto que me diz muito porque, para além de representar a parte mais visível do meu trabalho de doutoramento, é o resultado de um extenso e intenso trabalho de investigação que tenho vindo a realizar nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vou começar a escrever regularmente sobre este assunto, hoje vou optar por ser breve… mas espero conseguir despertar a atenção para os posts que se vão seguir :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito no enorme potencial das ferramentas da Web Social/2.0 em contexto educativo (talvez hoje já muitos não duvidem!) e considero que, neste momento, a maioria das instituições de ensino se encontra numa encruzilhada. Estas continuam oficialmente a dar suporte e incentivar a utilização de um LMS institucional mas cada vez mais professores e alunos começam a sentir a necessidade de utilizar ferramentas da Web 2.0 para suportar algumas das suas actividades pedagógicas e/ou científicas. Para estes (normalmente os mais aventureiros), na maioria das vezes a solução passa pelo recurso aos muitos serviços disponibilizados gratuitamente fora da própria instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista pessoal e de investigador não tenho nada contra a utilização dos excelentes serviços que, quase diariamente, vão sendo disponibilizados na Web! Eles são para mim fundamentais…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, enquanto este tipo de utilização da Web 2.0 persistir a um nível institucional, muito dificilmente, assistiremos a uma disseminação em larga escala nas respectivas comunidades. Sem essa utilização em larga escala, considero que estamos a perder um enorme potencial, principalmente na capacidade de promover uma cultura de maior abertura do ponto de vista pedagógico e científico dentro das instituições de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como conseguir a disseminação de serviços da Web 2.0 dentro de uma instituição é uma questão complicada e para a qual tenho procurado encontrar uma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, actualmente já são disponibilizadas algumas soluções que aparentemente apresentam uma solução simples e eficaz para a questão anterior. A primeira solução é apresentada pelos próprios LMS que, procurando responder a estas necessidades, têm vindo a adaptar-se/transformar-se de modo a permitirem uma maior abertura com a introdução de alguns serviços com características idênticas aos da Web 2.0. Uma outra solução tem surgido com a nova oferta de plataformas orientadas para a construção de comunidades sociais, que agregam de raiz um conjunto de serviços da Web 2.0, por exemplo, o &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.ning.com/&quot;&gt;Ning&lt;/a&gt; e o &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://elgg.org/&quot;&gt;Elgg&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente a estas novas plataformas, quando começaram a ser discutidas e disponibilizadas, o seu potencial pareceu-me interessante. Apesar de continuar a achar que são plataformas interessantes e com algum potencial em contextos educativos, actualmente encontro-me a preparar um artigo cujo título provisório é “Are Elgg and Ning in Web 2.0?” e, no qual, procurarei demonstrar porque é que a resposta se deve inclinar para o não! Mais tarde voltarei a este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas destas preocupações aparecem mencionadas num &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://chronicle.com/wiredcampus/index.php?id=3045&amp;amp;utm_source=wc&amp;amp;utm_medium=en&quot;&gt;artigo&lt;/a&gt; do qual destaco a seguinte afirmação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Jim Groom, an instructional-technology specialist and adjunct professor at the University of Mary Washington, coined the term, and this week on his blog he declared himself a poster boy for the movement. &lt;strong&gt;He says he is worried that Blackboard’s latest release, which attempts to incorporate the latest social-networking tools, will end up presenting a watered-down version of what pioneers of Web 2.0 technologies have done in their experiments.&lt;/strong&gt;“&lt;/em&gt; (o termo a que se referem é “&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.downes.ca/cgi-bin/page.cgi?post=44760&quot;&gt;Edupunk&lt;/a&gt;”. O bold é da minha responsabilidade e a extensão da “preocupação” a serviços como o Ning e o Elgg também.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, idealmente, que tipo de serviços Web 2.0 as instituições de ensino devem disponibilizar para a sua comunidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras considerações, o objectivo fundamental deve passar por conseguir disponibilizar localmente um conjunto de serviços independentes (blogs, wikis, social bookmarking, fotos, vídeos,…) que permitam uma utilização livre (sem aprovações superiores) a qualquer membro da comunidade (professores, alunos e funcionários) e, por defeito, abertos para o exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseguir algo deste tipo parecia muito complexo, mas observando a forma como o &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.sapo.pt/&quot;&gt;SAPO&lt;/a&gt; estava internacionalizar ou descentralizar a sua presença e oferta de serviços para &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.sapo.cv/&quot;&gt;Cabo Verde&lt;/a&gt; e &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.sapo.ao/&quot;&gt;Angola&lt;/a&gt;, a solução pareceu-me relativamente simples. O objectivo anterior poderia ser largamente alcançado se o SAPO permitisse o mesmo tipo de descentralização de serviços ao nível das instituições de ensino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcançado este objectivo, a solução não me pareceu suficiente para responder a algumas necessidades básicas específicas das instituições de ensino. No estudo efectuado, tornou-se evidente que seria imprescindível adicionar novas funcionalidades que permitissem transformar o processo de agregação de vários serviços em algo muito simples para o utilizador final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta elaborada foi esquematizada no diagrama geral que se segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;SAPO Campus - Diagrama&quot; id=&quot;image512&quot; src=&quot;http://fotos.ua.sapo.pt/VB6ZvUcoLGwwdVttEIbY&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O post já vai demasiado longo para explicar minimamente os objectivos de cada sub-projecto (identificados por P#). Essas explicações ficam prometidas para os próximos dias bem como o destaque das pessoas envolvidas em cada um desses trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plataforma aqui presente não pretende dar resposta a algumas questões e situações que os LMS actuais resolvem de uma forma adequada, nomeadamente assegurar a privacidade das comunicações, garantir o acesso reservado a conteúdos, fornecer mecanismos de tracking e disponibilizar ferramentas de avaliação. Muitos cenários de Ensino e Formação à Distância têm estas condicionantes reais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para já fica aberta a discussão a esta proposta :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar queria destacar o enorme contributo do &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://benjaminjunior.org/&quot;&gt;Benjamin Júnior&lt;/a&gt; e do &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://nitratodocaos.blogs.ca.ua.pt/&quot;&gt;Luís Pedro&lt;/a&gt; em todo este trabalho que temos vindo a desenvolver. Obrigado!</description>
</item>
</channel>
</rss>
